Dizem que o consumo abusivo do álcool encurta a vida. Certo? Talvês!
A condição do dependente da cachaça e seus subprodutos, ás vezes é tão dolorosa, que o tempo parece arrastar-se lentamente.
Por trás da impaciência esconde-se o anseio pela deixa ou cura do hábito, se este é impossível, opta-se pela libertação do sofrimento através da morte.
A pessoa do dependente químico se sente perseguida dia e noite. De dia pelo sofrimento atroz causado pelo abandono social senão familiar e, de noite pelo terror dos pesadelos.
ILUSTRAR É VIVER
Um alcoolista em pleno tratamento e acompanhamento medico psicológico, acreditando em sua recuperação e, querendo viver mais e melhor, ele acabou por romper com o caminho da bebida e, passou a adotar como referencia a vida de um cidadão que já contava com 150 anos de idade, o qual até então desconhecia o “maldito” gostinho da cachaça.
Então, o alcoolista saiu à procura do imortal cidadão farto de dias e com dezenas de anos acumulados.
Ao chegar à terra da longevidade o alcoolista podia pela primeira vez um verdadeiro gladiador pela vida, um praticante da abstinência voluntária, um exemplo de conduta moral a ser seguido.
O alcoolista aproveitou-se do fato e ali em nome ele amaldiçoou a bebida. (maldita seja a cachaça). “E jurou de pés juntos, que nunca mais beberia”.
Conversa vai conversa vem, um barulho estrepitoso dentro da casa do respeitável ancião se fazia ouvir.
Assustado e, em meio a gemidos e solavancos, o visitante perguntou: excelência, explica-me o que é que está acontecendo.
Foi quando o veterano cidadão num ar de riso respondeu: Amigo: fique tranquilo. Esse barulho aí tende a aumentar. Sabe por quê? É porque o meu bisavô que mora comigo ele hoje está bêbado. O “inocente” toma 24-horas. E daí apronta, a ponto de causar horrores. (risos).

É verdade! Nem tudo é aquilo que parece ser.
ResponderEliminarNo meu ponto de vista, a interpretação que damos ás coisas tem a ver com as nossas próprias expectativas ás vezes descabidas senão infundadas.
Ocorre que muitas vezes criamos uma realidade muito pessoal e acreditamos que ela deveria de prevalecer. Ledo engano!
Interpretamos todos os sinais á nossa imagem, ao sabor dos nossos desejos, dos nossos ânimos e das nossas vontades. Tudo parece óbvio. Mas muitas vezes só o é para nós. Acredite nisto!