"A LINGUAGEM TIPICA DA CACHAÇA"
De caráter psicológico e popular, o legitimo é que os hábitos (de alguma forma) chegaram até nós e vieram para ficar. Quase sempre, observa-se que o hábito se transforma numa rotina escravizadora, como: assistir uma novela maçante, ou ingerir bebidas alcoólicas.
De fato, ninguém. Ninguém! É isento de ser possuído por algum tipo de hábito.
“Santo Agostinho dizia que o hábito é um corpo à procura de uma cabeça” e que ele acaba gerando nas pessoas, uma segunda natureza, recheada de costumes fúteis.
No meu sentir, a pior droga de todas não é nem o crack, nem a cocaína, nem as drogas sintéticas. A pior droga de todas é o álcool.
Você que bebe e já tomou um porre daqueles sabe do que eu estou falando
Notoriamente, numa casa onde o marido não para de fuçar na geladeira à procura de bebidas alcoólicas, isto pode ser um sinal de que uma pessoa assim esteja possuída pelo hábito da dependência química. Vejam bem, o maridão mal começa parlamentar com a esposa, que já começa o conflito; é você mesmo, ou já é a cachaça que está falando?
REFLEXÃO SOBRE O CONCEITO DE HÁBITOS
De tudo na vida ficam tres coisa:
1ª/À certeza de que estamos sempre aprendendo.
O aprendizado é fundamental para o sucesso, pois o conhecimento virou um bem perecível. A única competência durável que cada um poderá dispor daqui pra frente será a capacidade de aprender e de aplicar no dia-a-dia os seus conhecimentos.
2ª/À certeza de que precisamos continuar.
Jamais diga: sou o Dr. sabe tudo e tudo sabe.
3/À certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar.
E como de fato, tudo quanto se explora hoje, sobre o consumo de bebidas e drogas alcoólicas, há dois mil anos já estava certo e, daqui a cinco mil anos ainda terá fundamentos e relações.
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Lembrando que a cachaça e uma droga legalizada. E por falar em drogas é bom lembrar: mexer com “caca”, fede.
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