O álcool dá ao condutor (a) a impressão de que tudo está normal e que os reflexos e as reações pessoais estão em perfeito funcionamento, devido à sensação enganosa de leveza e bem estar.
O álcool também produz outras falsas sensações: Excesso de confiança, ausência da noção de perigo e de respeito à vida (própria e alheia).
Gostaríamos agora, num toque de letra, passar a bola para quem de direito, a saber: A você condutor; que bebe e dirige ao mesmo tempo. Respeitamos o seu livre-arbítrio, seu gosto e desejo. Porém, estes atributos não dão ao condutor o direito de ser cruel no trânsito.
De nada adianta ao condutor ser um contunaz e teimar fazer coisas erradas no transito. É como desentortar pregos. A fim de querer reaproveitá-los. Fazer isto é perder tempo!
A vida no transito, retrata com precisão a dinâmica para a criação da oitava maravilha do mundo moderno; a saber: o privilégio de poder voltar para casa sem atropelar a vida!
Lembrando aos condutores que volante e álcool não se amarram.
Este tem sido o clamor que vem das ruas e do trânsito.
Lembrando aos condutores que volante e álcool não se amarram.
Este tem sido o clamor que vem das ruas e do trânsito.

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